O Leitura Dinâmica desta segunda-feira (04), exibe uma entrevista exclusiva com o elenco e produção da série The Umbrella Academy. Apresentado por Erica Reis, o programa começa às 00h, na RedeTV!.
Veja também:
- Romance universitário aborda identidade, amnésia e conexões afetivas
- Resumo do dia 20 de junho de Além do Tempo: Desaparecimento de Bernardo intriga Emília e muda os rumos da história
- Resumo do dia 20 de junho de A Nobreza do Amor: Tonho é baleado e deixa Alika desesperada
- Lembra dela? Sucesso nos anos 2000, Franciely Freduzeski sonha em volta a TV
Veja também: Michel Teló ‘quebra’ internet ao publicar uma linda foto com a família
A RedeTV! foi a única emissora brasileira a conversar com os envolvidos na série, que estreia na Netflix na sexta-feira (15).Entre os entrevistados estão: Ellen Page (Vanya), Emmy Raver-Lampman (Allison), Tom Hopper (Luther), David Castañeda (Diego), Gerard Way (co-produtor) e o brasileiro Gabriel Bá (co-produtor).
Todos eles falaram dos perfis dos personagens e curiosidades envolvendo o enredo e as gravações. Além de demonstrarem grande expectativa para o lançamento.
Sobre The Umbrella Academy
Apontada como uma aposta do streaming para 2019, a série parte da história em quadrinhos criada pelo norte-americano Gerard Way. Desenhada pelo brasileiro Gabriel Bá, o enredo retrata a vida de irmãos com poderes especiais na luta contra o apocalipse.
Os personagens vivem dramas internos que influenciam diretamente nas suas características e comportamentos. Assim são eles, solitários, por terem uma figura paterna extremamente distante.
Todos os jovens integrantes da Academia Umbrella seguiram caminhos diferentes: reclusão, vício em drogas, narcisismo ou heroísmo. “No fim, tudo isso se deve ao fato de que mesmo sendo uma família e tendo crescido juntos, eles se sentem sós e este sentimento fica claro em cada uma de suas decisões“, conta Tom Hopper.
“Enquanto você filma, você não vê. Você só vê isso tomando vida depois com os editores e os efeitos especiais. Ver esse ciclo se fechando em sua totalidade e ser algo “completo”, de fato, é uma loucura”, comenta Emmy Raver-Lampman sobre os elementos sobrenaturais inseridos na edição.
