Poucos dias após sair vitoriosa do BBB 26, Ana Paula Renault já tem um novo compromisso diante das câmeras, e ele vem carregado de expectativa. A ex-sister será a primeira convidada da nova fase do Saia Justa, que retorna ao vivo no dia 29 de abril, às 22h30, no GNT e também no Globoplay, disponível para assinantes do plano Premium. O reencontro com o público acontece em um cenário que, historicamente, não foge de debates intensos.
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Na estreia, Ana Paula se junta à apresentadora Eliana e às integrantes fixas Bela Gil, Erika Januza, Juliette e Tati Machado. A proposta segue a mesma: uma roda de conversa que mistura opiniões, experiências e, por vezes, tensão. Elementos que, combinados, ajudam a construir a identidade do programa.
Ao comentar o convite, a campeã resgatou memórias de quando acompanhava a atração ainda nos primeiros anos, destacando o impacto que o formato teve em sua visão. Segundo ela, desde os tempos de Rita Lee, Fernanda Young, Mônica Waldvogel e Marisa Orth, o programa já se diferenciava por incentivar discussões que fugiam do lugar-comum. Para Ana Paula, o Saia Justa sempre teve como marca provocar, questionar e evitar simplificações — um espaço onde o discurso feminino não é tratado de forma previsível.
Com seu estilo direto, ela também indicou que pretende manter a mesma postura na participação especial. A ideia, segundo revelou, é levantar questionamentos, expor opiniões e não evitar possíveis desconfortos — ainda que isso gere reações. Sob direção de Tatiana de Lamare, roteiro de Greice Costa e produção da Multivideo, o programa volta com edições inéditas e ao vivo às quartas-feiras, ampliando sua presença também nas redes sociais, no gshow e em formato de podcast.
“Eu cresci assistindo ao ‘Saia Justa, lá em 2002, quando Rita Lee, Fernanda Young, Mônica Waldvogel e Marisa Orth já provavam que pensar e falar com inteligência podia, sim, ser um ato meio revolucionário e delicioso de assistir. O programa nunca tratou a mulher como óbvia e isso, convenhamos, já é um diferencial enorme. O Saia Justa cutuca, provoca, tensiona e não pede desculpa por isso. E eu gosto exatamente daí: desse lugar onde a conversa não alisa, não simplifica e não subestima ninguém. Estar ali não é só um convite, é quase um chamado. E eu pretendo honrar como? Pensando alto, discordando com elegância, ou nem tanto (risos), fazendo as perguntas que muita gente evita e, claro, incomodando, porque, no fim das contas, se não mexeu com alguém, nem valeu a pena”, disse Ana Paula em comunicado oficial.
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