Em A Nobreza do Amor, a ameaça contra Lúcia/Alika (Duda Santos) deixa de ser apenas uma sombra distante e começa a ganhar contornos mais perigosos. Jendal (Lázaro Ramos) garante a Pascoal e Chinua que Malungo encontrará a princesa e que ela pagará pela traição com a própria vida. Enquanto isso, Tonho (Ronald Sotto) segue sendo cuidado por Casemiro, Caetana, Januário e pela própria Alika, em uma sequência que contrasta o afeto de Barro Preto com a violência que se arma em Batanga.
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A caçada ganha força quando Malungo encontra Leopoldo, descobre o falecimento de Nilo Peçanha e passa a receber novas informações. Depois, ele conversa com Jorge e chega ao paradeiro de Niara e Alika, deixando a fuga da princesa muito mais ameaçada. Ao mesmo tempo, José comenta com Alika que Viriato pode ter algo contra Virgínia, e a situação se complica quando o personagem recebe uma convocação do bispo para ir a Natal. A novela começa a cruzar perseguição política, segredo religioso e disputas pessoais em uma mesma engrenagem de tensão.
O romance de Alika também entra em uma zona delicada. A princesa revela a Tonho que Omar (Rodrigo Simas) está chegando ao Brasil e, depois, confessa que ele deseja se casar com ela. A notícia coloca o casal diante de uma nova barreira, justamente quando Tonho tenta se recuperar e busca orientação com Dona Menina. Em paralelo, Virgínia é confrontada por Diógenes e Marta, punida por Marta e reage anunciando greve de fome, aumentando ainda mais o clima de descontrole em Barro Preto.
A virada mais dura, porém, acontece no núcleo de Jendal. Dumi, Akin e Ladisa encontram a urna com as joias do rei, fogem perseguidos por Pascoal e pela guarda real, mas acabam perdendo a chave do esconderijo. Pascoal encontra o objeto e acusa Kênia de ter distraído a guarda para proteger os rebeldes. Jendal decide punir a própria filha e a prende em uma cela. A Nobreza do Amor entra, assim, em uma fase de cerco: Alika é localizada, Kênia paga por desafiar o pai, e o poder do rei mostra que não pretende tolerar nenhuma traição.
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