A segunda temporada de DNA do Crime mergulha ainda mais fundo na fronteira entre ficção e realidade ao trazer histórias baseadas em crimes reais que abalaram o país. A série policial da Netflix recria, com tensão e ação, episódios que ficaram marcados na memória coletiva — alguns deles recentes, outros, históricos.
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Logo no primeiro episódio, a trama resgata o célebre roubo ao Banco Central, ocorrido em 2005, em Fortaleza. O crime, considerado o maior furto da história do Brasil, envolveu um túnel de 80 metros cavado até o cofre da instituição. A quadrilha levou mais de R$ 160 milhões em cédulas de R$ 50, sem disparar um único alarme. A audácia e sofisticação da operação já inspiraram produções anteriores, mas agora ganha uma abordagem mais intensa na série.
No quarto episódio, entra em cena o terror vivido pela população de Araçatuba, em 2021. Criminosos fortemente armados explodiram agências bancárias, usaram moradores como escudos humanos e espalharam explosivos pela cidade. A ação coordenada paralisou a região e deixou um saldo trágico de três mortos, além de feridos — um deles com amputação dos pés.
Já no oitavo episódio, o foco é o caso mais recente retratado na série: o ataque em Confresa, no Mato Grosso, ocorrido no domingo de Páscoa de 2023. Uma quadrilha invadiu uma empresa de transporte de valores, iniciando uma megaoperação policial conhecida como Operação Cangaçu. A caçada durou 39 dias, passou por diversos estados e terminou com 18 criminosos mortos e cinco presos.
Com um elenco de peso formado por Rômulo Braga, Maeve Jinkings, Pedro Caetano e Thomás Aquino, DNA do Crime se firma como a primeira série brasileira de ação policial da Netflix. A nova temporada mantém a investigação liderada por agentes federais na fronteira do Brasil com o Paraguai, enquanto os fios do DNA recolhido em cenas de crime revelam uma teia de conexões perigosas. Criada por Heitor Dhalia, Bernardo Barcellos e Leo Levis, a série aposta na mistura de drama, realidade e ação para prender a atenção do público.
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