Lá no começo, foi comentado como A Casa do Dragão soube trazer o público de Game of Thrones de volta com muita facilidade, uma vez que retornou fazendo e entregando aquilo que fazia de melhor, no caso, apresentar uma trama recheada de violência, intrigas e sexo.
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A abertura da produção já indica violência através do rio de sangue que corre por toda parte, enquanto as intrigas – familiares e políticas – são o combustível de cada um dos episódios. Portanto, sobrou o sexo, que até deu as caras no episódio inicial ‘Os Herdeiros do Dragão’, porém, só veio com tudo neste quarto capítulo intitulado ‘O Rei do Mar Estreito’.
Talvez alguns possam ficar chocados com alguns acontecimentos do episódio atual, entretanto, lembremos de quem estamos falando. O nome Targaryen já pressupõe aquilo que é inesperado e inconcebível. Muito provavelmente, esta foi uma das coisas que apelou tanto ao público em Game of Thrones.
Ainda assim, notamos que a série conseguiu usar do sexo para estabelecer algumas diferenças importantes, como separar desejo e intimidade da frieza mecânica no ato sexual.

Sexo na Casa Targaryen
Pelo viés mais superficial, testemunhamos que a rede de intrigas dentro da Casa Targaryen começa a aumentar com o retorno de Daemon. Sempre pontuando que naquele reino nem tudo o que parece é!
Todos os principais envolvidos estão começando a mostrar algumas faces que podem chocar, enquanto esclarecem quem são e do que são capazes algumas destas peças do jogo de poder em A Casa do Dragão, da HBO Max.
E foi sagaz por parte do roteirista Ira Parker em abrir o leque e expor o fervor sexual dentro e fora dos limites do palácio.
Para alguns pode ser algo apelativo, o que seria uma pena, pois em ‘O Rei do Mar Estreito’ observamos que a maneira como cada um dos membros do clã Targaryen encara o sexo, na verdade, ajudam a revelar o potencial implosivo destes indivíduos em destaque.
Não surpreende nem um pouco perceber que foi a “pequena” Rhaenyra quem demonstrou, através do sexo, algumas características que só indicam toda a força que habita dentro dela.
Claro que já tínhamos analisado isso pelo episódio anterior, todavia, nada até o momento foi mais impactante do que assistir a descendente direta ao reino transando de mãos sobrepostas no escuro e com as mãos entrelaçadas à luz de velas.
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