As emissoras de TVs brasileiras seguem atentas para o avanço desenfreado das big techs, que seguem causando grandes estragos ao mercado de radiofusão no país. Por isso, o grupo quer levar as novas ideias para a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert).
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No passado, os grupos estrangeiros tinham apenas 30% de participação das emissoras de TV, mas atualmente, com o avanço das big techs, as coisas saíram de controle. Contudo, a proposta é que a abertura de grupos de fora seja ampliada para 100%.
A Band, em comunicado para a coluna Outro Canal, do site F5, afirmou que acha a concorrência desleal com as big techs. “As big techs fazem concorrência desleal ao mercado da radiodifusão: pagam BVs (bônus de veiculação para agências de publicidade) e, nos períodos eleitorais, ganham dinheiro com suas mídias, enquanto a mídia convencional está proibida legalmente de fazê-lo”, comentou.
Em comunicado, a Rede TV! defende que a TV aberta tenha uma competição igualitária. “As big techs já operam com ampla liberdade de mercado e concentram grande parte das receitas publicitárias. A abertura permitiria que a TV aberta competisse em igualdade de condições, diversificando fontes de receita e estratégias de conteúdo.”
O SBT segue confuso com o assunto. A Record não se manifestou. Com a Globo, a emissora carioca defende que segue alinhada com o posicionamento da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert).
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