Cirúrgico

Cezar ‘Black’ acusa Quarto Deserto de defender agressão física e sexual no BBB 23

Enfermeiro relembrou o motivo da expulsão de Cara de Sapato e MC Guimê, porém, sem impacto entre os moradores

Publicado em 27/03/2023

Momentos antes do Jogo da Discórdia começar, Cezar, Sarah, Marvvila e Ricardo analisam a participação dos brothers na dinâmica.

Sarah Aline começou dizendo que Gabriel é passivo: “Ele tem vários pensamentos de jogo, mas não vai pra frente. O programa puxa muito mais os posicionamentos ao vivo do que momentos aleatórios da casa.”

Cezar refletiu e disse que nem tudo é questão para ser levada ao Jogo da Discórdia, porque algumas pessoas, em situações graves, ‘passam pano’. Enquanto outras levam ao pé da letra: “Tão crucificando apenas algumas pessoas, enquanto pra algumas pessoas de perto passam pano como um erro, ‘tadinhos’. Eles esquecem e focam no outro lado.”

O enfermeiro citou que o Quarto Deserto passa pano para abuso psicológico e sexual, mas agora quer levantar pauta sobre machismo:

O que tem me intrigado é a balança de situações parecidas ou PIORES! Quando a Lari traz de fora situações que a Domi e eu tivemos atitudes machistas com ela… Beleza. Tivemos atitudes machistas! Reconhecemos, erramos e nos desculpamos. Mas situações que houveram aqui dentro da casa, TRÊS situações que excederam o machismo: um de violência contra mulher [Gabriel Fop] e dois de assédio [Guimê e Sapato]. Tá incluso no machismo, são coisas que geraram até expulsão e não vi uma movimentação tão pesada por parte das pessoas que estavam VIVENDO e CONVIVENDO com as pessoas envolvidas. Uma situação muito pior, muito mais grave, tiveram uma postura de passar pano ou minimizar do que uma situação que foi importante também. Eu não vi pessoas ali do quarto [Deserto] trazer isso pra uma discussão.”

“Eu não vi elas trazer isso para uma discussão tão calorosa em grupo como tá sendo agora. Tão discutindo, perguntando, falando com a casa inteira sobre isso [dele e da Domitila], mas sobre as outras situações não fizeram isso. Daí eu paro e penso: Será que não tão julgando com uma balança diferente para algumas pessoas do que pra outras? Foram situações muito mais graves e que também deveriam ter sido trazidas a esse debate na época. É tipo ‘tô crucificando apenas algumas pessoas e passando pano pra outras’.”, encerrou o baiano.

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