Daniel Rangel, o Manoel Aragão de A Nobreza do Amor, não encara o personagem da trama de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr. como um vilão escroto.
Veja também:
“Eu acho que o Manoel não é um cara do mal, sabe? Ele veio de uma família complicada, cresceu vendo o pai maltratando a mãe e ele, e busca de alguma forma essa aprovação do pai”, explicou ao F5.
O ator revelou que está fugindo do maniqueísmo e tentado “humanizar” o personagem, visto também como um playboy. “Estou tentando fazer uma construção humana. Eu acho que ele é um cara que pode, a partir de um amor ou a partir de uma responsabilidade de um trabalho, mudar e começar a ver a vida de outra forma”, disse.
Na mesma entrevista, Daniel reforçou o quanto está à vontade com o papel. “Eu estou me deliciando com o Manoel porque era um desejo já fazer um personagem que tem mais essa carga de antagonista e dá pra brincar mais em cena, às vezes, do que um mocinho”.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
