Uma nova sequência coloca A Nobreza do Amor em clima de tensão política, romance ameaçado e vingança silenciosa. A crise em Batanga cresce depois de uma morte suspeita, enquanto no Brasil a rivalidade ganha contornos mais perigosos. O que parecia dividido entre dois mundos começa a se misturar em uma fase de medo, ciúme e ameaça internacional.
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Jendal (Lázaro Ramos) passa a ser pressionado após a condenação de Robert à morte. Chinua o repreende e alerta que a decisão pode colocar Batanga em risco. A situação se complica quando ele informa ao rei que os ingleses acusam Batanga pelo assassinato do jornalista, levando Jendal a negar o crime diante de Mr. Campbell e explodir em fúria. Mais tarde, a consulesa Margaret exige explicações sobre a morte de Robert.
A grande virada acontece quando Pascoal acusa Dumi (Licínio Januário), e Jendal ordena a captura do ex-chefe da Guarda Real. Dumi tenta denunciar os crimes do rei, mas sua paixão por Kênia passa a ameaçar o movimento rebelde. Akin e Ladisa temem a aproximação do casal, Chinua aconselha Kênia a terminar o namoro, e Jendal manda Pascoal vigiar a princesa depois de descobrir que ela beijou um soldado.
No Brasil, Alika/Lúcia (Duda Santos) descobre novas atrocidades cometidas por Jendal em Batanga, enquanto Tonho (Ronald Sotto) se incomoda com a aproximação de Mirinho e tem um sonho com um guerreiro de Batanga. Virgínia (Theresa Fonseca) finge cordialidade, engana Marta (Emanuelle Araújo) e pede ajuda a Sebastião para colocar em prática um plano contra o ateliê da rival. Com Jendal cercado, Dumi caçado e Alika na mira, a novela entra em uma fase decisiva, em que amor e poder podem custar caro.
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