A semana será marcada por uma escalada de crueldade, paixão e perigo em A Nobreza do Amor. A crise em Batanga ganha contornos ainda mais graves, enquanto no Brasil a tentativa de reconstrução de uma nova vida passa a ser ameaçada por inveja, doença e sabotagem. A novela entra em uma fase de tensão máxima, com o povo sofrendo, a princesa na mira e um jornalista prestes a cair nas mãos do vilão.
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Alika/Lúcia (Duda Santos) começa a ganhar apoio para divulgar seu ateliê ao lado de Teresa, mas Virgínia (Theresa Fonseca) finge aproximação e arma para prejudicar o desfile no Grêmio Recreativo. Ao mesmo tempo, Tonho (Ronald Sotto) alerta Casemiro sobre a saúde dos trabalhadores do engenho, e Onildo confirma que todos estão com malária. A atitude do rapaz emociona Alika, que declara orgulho do amado.
A grande bomba acontece em Batanga, quando Jendal (Lázaro Ramos) ordena que Pascoal coloque fogo nas doações enviadas pela Dinamarca para a população. O ato deixa Kênia arrasada, aumenta a miséria do povo e provoca a reação dos rebeldes. Liderados por Akin, Dumi (Licínio Januário) e Ladisa, eles saqueiam a comida do palácio, deixando o rei em fúria. Em meio ao caos, Dumi confessa seu amor por Kênia, e os dois se beijam às escondidas.
No fim da semana, o risco cresce ainda mais. Robert chega a Batanga dizendo que deseja fazer uma reportagem sobre o país, mas acaba se aproximando demais da verdade. Disfarçado, Dumi afirma ao jornalista que Jendal é um golpista, colocando a própria vida em perigo. Com a ajuda de Pascoal, o vilão conduz Robert ao poço das serpentes, enquanto Alika desconfia de Virgínia, Omar tenta chegar ao Brasil e Batanga mergulha em uma nova fase de medo e revolta.
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