Uma nova ameaça vai colocar A Nobreza do Amor em clima de tensão política. A chegada de Robert a Batanga promete mexer com os bastidores do poder, mas a tentativa de investigação rapidamente se transforma em perigo quando o jornalista se aproxima demais da verdade sobre Jendal (Lázaro Ramos).
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Robert diz a Jendal que deseja fazer uma reportagem sobre Batanga, deixando Kênia (Nykolly Fernandes) preocupada com suas reais intenções. Ao mesmo tempo, Dumi (Licínio Januário) surge disfarçado e decide agir por conta própria: ele afirma a Robert que Jendal é um golpista, colocando o jornalista no centro de uma armadilha mortal.
A reação do rei é imediata. Com a ajuda de Pascoal (Luciano Quirino), Jendal conduz Robert ao poço das serpentes, mostrando que não pretende permitir qualquer denúncia contra seu governo. Enquanto isso, Kênia questiona Chinua (Hilton Cobra) sobre o envolvimento de Dumi com os rebeldes, aumentando ainda mais o risco em torno do ex-chefe da Guarda Real.
No Brasil, Tonho (Ronald Sotto) se une a Casemiro (Cássio Gabus Mendes) e Onildo para confrontar Bartô em nome da população de Barro Preto, e Alika (Duda Santos) sente orgulho do amado. Já Mirinho (Nicolas Prattes) é recebido por Diógenes (Danton Mello) no banco, mas Manoel é promovido a seu chefe. Em outra frente, Carrapato (Marcelo Médici) revela a Belmira (Raissa Xavier) que voltou para buscá-la, deixando Viriato preocupado. Com isso, A Nobreza do Amor mistura denúncia, romance, poder e perigo em uma sequência cheia de viradas.
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