Ramille tem uma definição para a Sinara, a fiel escudeira de Zilá (Leandra Leal) em Coração Acelerado. Para a atriz, a personagem não tem nada de “perdida”.
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“Não acho que a Sinara é uma pessoa perdida; eu a vejo como uma vilãzinha. Ela passa por cima de quem for para conseguir o que quer, manipula, bota lenha na fogueira e espera o circo pegar fogo só para sair como a gloriosa que resolveu tudo”, disse em entrevista para a coluna Play, do jornal O Globo.
“É uma mulher ambiciosa que não se enxerga naquele lugar e sente que Caturama é pouco para ela. O espelho dela é a Zilá, que saiu do mesmo lugar e se tornou poderosa”, acrescentou.
A atriz também contou o seu esforço colossal para convencer como uma goiana, sendo uma carioca para a trama sertaneja. “Me dediquei muito no início com a minha preparadora. Me obriguei a falar com sotaque na minha vida pessoal, nos meus stories, em casa e no rolê com as amigas. Elas morriam de rir, mas precisei desta disciplina até que a fala ficasse natural e eu não precisasse mais pensar nisso em cena. Queria propriedade para que os goianos se sentissem representados efetivamente. Sobre o sertanejo, não era um gênero que escutava sempre, mas com a novela passei a ouvir Marília Mendonça e Maiara & Maraisa. São músicas muito boas, falam de amor. Uma delícia”, explicou.
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