A Globo preferiu deixar passar a Copa do Mundo para lançar o documentário sobre a vida e obra de Preta Gil, que morreu em julho de 2025, após ter perdido a batalha contra um câncer no intestino. Dia 13 de julho foi a data escolhida para o material ser lançado na TV aberta, na Tela Quente. A informação é da coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo.
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Com direção de Mônica Almeida e Sandra Kogut, a exibição vai ao encontro de um ano da morte da filha de Gilberto Gil, em 20 de julho. O público vai poder ver os bastidores de momentos de sua carreira, além de registros pessoais. Segundo a coluna, foi Preta que idealizou o projeto.
Além do documentário que será exibido na TV aberta, uma série no Globoplay em homenagem à cantora também está sendo produzida, com quatro episódios apenas. Um verdadeiro passeio de como Preta foi construindo a carreira de cantora, empresária e também atriz. A produção é assinada por Flora Gil, a madrasta da artista, e com direção de Mini-Kerti.
Preta Gil morreu em Nova York, nos Estados Unidos, enquanto se submetia a mais um tratamento para cuidar do câncer no intestino, mas não resistiu. Ela morreu aos 50 anos, causando uma verdadeira comoção no país.
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