Carla Diaz não esconde a felicidade em ter feito a novela vertical Então é Amor, do Globoplay. A atriz, que interpreta uma vilã, não tem dúvidas do sucesso do novo formato de tramas.
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“O formato é novo e acredito que veio para ficar. Acredito que o formato convencional vá continuar porque é cultural do Brasil. Porém, os microdramas verticais vieram de fora e devem permanecer. O brasileiro vai mergulhar nessas histórias”, disse em entrevista à Quem.
A atriz não acumula muitas vilãs na carreira, por isso está tem um peso maior. “Essa é minha primeira vilã mais tradicional. Já fiz uma vilã de filme baseado em caso real (A Menina que matou os pais, em que interpreta Suzane von Richtofen) e também fiz a Carine, de A Força do Querer, mas ela caminhava para a comédia”.
Na trama, Carla também faz uma homenagem especial para Carminha, a vilã icônica de Adriana Esteves em Avenida Brasil. “Há a homenagem para a Carminha, uma grande vilã da dramaturgia brasileira. A cena foi uma sacada do Gustavo Reiz, nosso autor. O bacana de fazer vilã é que há uma liberdade que a mocinha não tem. É o tipo de personagem que fala o que pensa”, contou.
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