Em meio a risos e declarações que despertaram curiosidade, Sabrina Sato surpreendeu ao falar sobre seu relacionamento com Nicolas Prattes durante participação no Mais Você, exibido nesta terça-feira (5). Em conversa com Ana Maria Braga, a apresentadora descreveu o companheiro de forma inusitada: segundo ela, o ator “tem 73 anos” — não na idade real, mas no jeito de ser — apesar do corpo atlético de 29.
Veja também:
A fala, carregada de leveza, esconde uma dinâmica que, segundo Sabrina, ajuda a explicar o equilíbrio do casal. Enquanto Nicolas seria a personificação da tranquilidade e do sossego, ela se define como inquieta, com “cabeça de 18”. É justamente esse contraste, ainda que curioso à primeira vista, que, nas palavras da apresentadora, faz a relação funcionar tão bem. “A gente se ama demais. É o homem da minha vida”, afirmou, sem esconder o entusiasmo.
“Ele tem 73 anos num corpo atlético de 29. O Nicolas, ele é a paz, o sossego, e eu sou inquieta. Tenho a cabeça de 18. Por isso funciona e dá tão certo. A gente se ama demais. É o homem da minha vida”, disse a apresentadora durante a participação.
O tom misterioso dessa combinação já havia aparecido anteriormente nas redes sociais. Em uma publicação no Instagram, Sabrina voltou a mencionar a diferença de “idades mentais”, revelando carinho até pelos detalhes que poderiam incomodar. Para ela, até as manias do parceiro ganham outro significado — algo que, em qualquer outra pessoa, talvez fosse motivo de irritação.
Longe dos holofotes, o casal mantém uma história marcada por discrição. Em janeiro, eles celebraram um ano de casamento após uma cerimônia reservada na Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz, no interior de São Paulo. O evento reuniu apenas familiares e amigos próximos, com a presença dos pais de ambos — Kika Sato e Omar Rahal, além de Giselle Prattes e Felipe Pires — e também de Zoe, filha de Sabrina com Duda Nagle.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
