A novela Quem Ama Cuida mergulha de vez em uma de suas tramas mais intrigantes. A morte de Arthur Brandão, personagem de Antonio Fagundes, inaugura um grande enigma que promete movimentar a história nas próximas semanas. Cercado por conflitos familiares, disputas por dinheiro e ressentimentos antigos, o empresário deixa para trás uma longa lista de possíveis responsáveis pelo crime.
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Embora personagens menos óbvios, como Edvaldo (Guilherme Piva), Fábia (Flávia Alessandra), Otoniel (Tony Ramos) e até Adriana (Letícia Colin), apareçam entre as possibilidades, os principais alvos das suspeitas são aqueles que tinham razões mais evidentes para desejar o desaparecimento de Arthur. Pilar (Isabel Teixeira), por exemplo, desponta como uma das figuras centrais da investigação após tentar assumir o controle da fortuna do irmão e manifestar diversas vezes o desejo de vê-lo morto. Já Ulisses (Alexandre Borges), que perdeu o apoio financeiro do empresário e enfrentava dificuldades por causa do vício em jogos, passa a chamar atenção ao mentir sobre onde estava na noite do assassinato.
Outros nomes também entram no radar. Diná (Rosi Campos), governanta da mansão, nunca escondeu a admiração pelo patrão e reagiu de forma intensa ao casamento dele com Adriana, o que levanta a hipótese de um crime motivado por sentimentos. Silvana (Belize Pombal), aliada de Pilar e Ulisses, e seu filho Tiago (Gui Ferraz) igualmente acumulam motivos para guardar ressentimentos. O jovem herdeiro, inclusive, já demonstrou ambição dentro da empresa da família e chegou a insinuar que sua ascensão só aconteceria após a morte do tio.
A lista de suspeitos ainda inclui Carmita (Deborah Evelyn), antiga companheira de Arthur que foi humilhada ao tentar impedir seu casamento, além de Ingrid (Agatha Moreira), demitida e exposta publicamente pelo tio. Até Pedro (Chay Suede), afilhado do empresário, surge como uma possibilidade inesperada, já que não herdará parte da fortuna e verá a mulher que ama se casar com o padrinho. Enquanto o público tenta montar o quebra-cabeça, a Globo reforça o sigilo sobre o desfecho: segundo Antonio Fagundes, foram gravadas oito versões diferentes da revelação, mantendo a identidade do assassino guardada a sete chaves.
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