Protagonista de Quem Ama Cuida, Letícia Colin falou pela primeira vez com mais profundidade sobre o período delicado que enfrentou após o fim do casamento com Michel Melamed. Os dois estiveram juntos entre 2016 e 2024, tiveram um filho e, depois de dois anos separados, retomaram o relacionamento em 2026. Em entrevista ao podcast Mil e Uma TrETAS, a atriz revelou detalhes de uma fase marcada por desafios e transformações.
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Durante a conversa, Letícia destacou o papel fundamental da amiga Louise D’Tuani em meio às dificuldades. Segundo a atriz, a amiga se tornou um verdadeiro refúgio nos momentos mais difíceis. Ela definiu o apoio recebido como um profundo alento e uma espécie de fortaleza emocional durante o processo de separação. “A separação que eu vivi foi um momento em que, de novo, a Louise [foi uma] casa, uma fortaleza [para mim]. Foi um alento profundo”, declarou.
A artista também desabafou sobre os impactos do término quando há um filho envolvido. Letícia classificou a experiência como extremamente dolorosa e complexa, relatando que buscava acolhimento tanto em Louise quanto no marido dela, Eduardo Sterblitch. Mesmo sendo próximos de Michel Melamed, os amigos mantiveram o carinho por ambos, algo que a atriz considera importante. Para ela, não é necessário transformar alguém em vilão por conta dos erros cometidos ao longo de uma relação. “Viver uma separação com um filho é dificílimo, muito doído e complicado. Um desafio imenso”, desabafou.
Ao recordar a reconciliação, Letícia revelou a alegria de voltar a compartilhar momentos com pessoas queridas ao lado de Michel. Ela contou que, durante o período de afastamento, via o ex-marido frequentar ambientes e conviver com amigos em comum sem sua presença, o que despertava sentimentos difíceis. Hoje, porém, enxerga a retomada como resultado de um processo de olhar para as próprias feridas com afeto, respeito e reflexão. A atriz concluiu afirmando que a experiência mostrou ser possível reconstruir uma história bonita e que, após tudo o que viveram, os laços entre ela e Melamed se tornaram ainda mais fortes.
“A gente ama todo mundo. Não é porque a pessoa fez uma coisa errada que tem que demonizar o outro, isso é muito legal. Continuaram amando ele e o Michel amando eles. Agora, na nossa retomada, [foi] uma alegria, porque a gente voltou a frequentar [as casas uns dos outros] com mais tranquilidade, porque às vezes era o Michel que ia sozinho com o Uri lá e eu ficava pensando: ‘Caramba, ele está indo naquela casa, com aquelas pessoas que eu amo, sem mim’. E, de repente a vida, é tão possível e generosa com quem está interessado em olhar para as feridas, para o que você quer transformar com afeto, amor, respeito e análise e análise de casal”, concluiu Colin.
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