O “DNA” da Televisão Brasileira voltou a pulsar forte na noite desta quarta-feira (4). Quase três décadas após marcar época na Record e migrar para o SBT, o icônico Ratinho Livre ressurgiu das cinzas. Não como um programa solo, mas como um quadro especial dentro do Programa do Ratinho, celebrando os 28 anos de sua estreia original.
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A aposta na nostalgia e no estilo “mundo cão” que consagrou Carlos Massa provou que o formato ainda tem bastante fôlego: o revival não fez feio e garantiu números sólidos, enfrentando o “rolo compressor” da novela das nove da Globo.
Enquanto a TV Globo levava ao ar as emoções de “Três Graças”, que vive sua melhor fase de audiência, o SBT conseguiu morder uma fatia importante do público que busca uma alternativa no horário. A atração marcou 3,5 pontos de média, com 5,0 de pico, e foi a maior audiência do dia no SBT.
Devido aos bons números e à repercussão nas redes sociais, a coluna João Biott apurou que a direção do SBT já estuda tornar o Ratinho Livre um quadro fixo das noites de quarta-feira. A ideia é criar um contraponto ao futebol e às novelas das concorrência, e fisgar um bom resultado com a atração na Grande São Paulo.
