Imprevisto

Novela da Globo ambientada na África teve que mudar planos para não ser cancelada

Trama teve planos de gravação alterados após um corte de custos

Publicado em 14/03/2026

A nova novela das 18h da TV Globo, A Nobreza do Amor, estreia na próxima segunda-feira (16) cercada de expectativa e também de algumas decisões curiosas nos bastidores. Enquanto a equipe criativa já trabalha em ritmo acelerado, com roteiros que se aproximam do capítulo 100, um dos planos iniciais da produção acabou ficando pelo caminho. A ideia era levar parte das gravações para a África, cenário central da trama, mas o projeto esbarrou em um obstáculo decisivo: o orçamento.

Segundo informações publicadas pela coluna Play, do jornal O Globo, a alternativa encontrada pela equipe foi recriar a ambientação africana em diferentes pontos do Brasil. Um dos locais escolhidos foi o Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, que passou por adaptações para representar paisagens do continente africano. Produções também viajaram ao Rio Grande do Norte, onde novas locações ajudaram a compor o clima necessário para a história.

Nos bastidores, a novela é considerada uma das produções mais complexas da faixa das seis. A equipe precisa trabalhar com grande antecedência, e qualquer ajuste pode se tornar delicado. Um dos momentos mais aguardados pela produção é o grupo de discussão realizado no primeiro mês de exibição, etapa que pode apontar possíveis falhas na narrativa e até provocar mudanças no rumo da história.

Escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr., A Nobreza do Amor acompanha a trajetória da princesa Alika, vivida por Duda Santos. Após um golpe liderado pelo tirano Jendal, interpretado por Lázaro Ramos, ela foge do reino fictício de Batanga e passa a viver no Brasil sob a identidade de Lúcia. Longe de casa, a jovem inicia uma jornada para recuperar o trono, e acaba encontrando um sentimento inesperado ao lado de Tonho, personagem de Ronald Sotto, um trabalhador rural que desconhece um detalhe surpreendente sobre sua própria origem.

Colaborou Laís Seguin

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