Em meio a uma atmosfera carregada de tensão, um gesto impulsivo de Leonardo (Pedro Novaes) prometerá virar o jogo em Três Graças. Determinado a reunir provas contra o próprio pai, o jovem decidirá ultrapassar limites e invadirá a sala da presidência da fundação. O alvo será um cofre particular, e o que ele encontrará ali dentro levantará suspeitas ainda mais profundas sobre as atividades de Ferette (Murilo Benício).
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O momento se desenrolará sob olhares atentos e inquietos de Rogério (Eduardo Moscovis), Zenilda (Andréia Horta) e Xênica (Carla Marins). Enquanto Leonardo digitar a senha, o silêncio pesará. Ao abrir o compartimento, surgirão documentos comprometedores e um item aparentemente simples, mas potencialmente explosivo: um celular descarregado, guardado dentro de um envelope.
A tensão aumentará quando Xênica sairá às pressas em busca de um carregador. Assim que o aparelho ganhar vida, a primeira imagem exibida na tela provocará choque: Edilberto (Julio Rocha), capanga ligado a Ferette, aparecerá no visor. O detalhe inquietante será que ele já terá sido dado como morto, assassinado por Arminda (Grazi Massafera), o que transformará o conteúdo do dispositivo em uma peça-chave de um quebra-cabeça ainda incompleto.
Diante da revelação, as suspeitas se consolidarão rapidamente. Leonardo entregará o celular à mãe, e Zenilda não hesitará: o objeto poderá ser decisivo para incriminar o ex-marido. A advogada decidirá encaminhar o aparelho imediatamente à polícia para perícia. Paralelamente, Ferette já terá perdido o controle da fundação após Rogério obter uma liminar que o colocará no comando. As cenas irão ao ar a partir de 8 de abril, quando a trama se aproximará de seu desfecho.
Colaborou Laís Seguin
