VIRADA NA RETA FINAL

Da prisão ao poder: a inesperada reviravolta de Gerluce em Três Graças

Mocinha assumirá a presidência da Fundação Ferette após sair da prisão

Publicado em 18/03/2026

Depois de atravessar um período marcado por acusações e dias atrás das grades, Gerluce (Sophie Charlotte) surgirá no centro de uma reviravolta que deverá mexer com os rumos de Três Graças. A personagem, antes associada ao roubo de uma escultura, será anunciada como a nova presidente da Fundação Ferette, uma guinada que não apenas redefinirá sua trajetória, mas também sinalizará o enfraquecimento de um esquema de corrupção. A sequência deverá ir ao ar a partir de 11 de abril, quando a trama já estará se aproximando de seu desfecho.

Antes disso, o cenário passará por outra mudança decisiva. Rogério (Eduardo Moscovis) conseguirá recuperar o controle da fundação por meio de uma liminar judicial e promoverá uma ruptura imediata: Ferette (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera) serão afastados sob protestos e vaias. Com o comando restabelecido, ele optará por uma escolha que surpreenderá até os mais próximos, alguém que, ao mesmo tempo, inspirará confiança e carregará um forte senso de justiça.

A decisão começará a circular nos bastidores em uma conversa entre Josefa (Arlete Salles) e Claudia (Lorrana Mousinho). Será a secretária quem confirmará: Gerluce aceitará liderar a instituição. A notícia atingirá Ferette como um golpe, especialmente em um momento em que ele já estará fragilizado pela perda de poder. Informado por Arminda, o empresário reagirá com fúria, incapaz de esconder a humilhação diante da ascensão de quem ele jamais terá considerado uma ameaça real.

Tomado pelo ressentimento, Ferette prometerá vingança. Enquanto isso, no novo posto, Gerluce tratará de deixar claro que a condução da fundação seguirá outro caminho. Em sua primeira medida, decidirá recontratar Viviane (Gabriela Loran), que terá sido vítima de uma armação e terá sido presa injustamente, chegando a dividir o cárcere com a própria Gerluce. Um gesto que poderá marcar o início de uma gestão disposta a romper com práticas antigas, e a reacender conflitos.

Colaborou Laís Seguin

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