Amor, ambição e reviravoltas movimentam Então É Amor?, nova novelinha Original Globoplay que estreia nesta terça-feira (16), criada por Gustavo Reiz e dirigida por Marcelo Zambelli. Com capítulos curtos, ritmo acelerado e formato vertical, a trama produzida pela Formata acompanha a trajetória de Rosa (Arianne Botelho), uma jovem simples, feliz e determinada que precisa lutar para se redescobrir e proteger seu amor, enquanto enfrenta um jogo perigoso de poder e manipulação.
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Rosa desenvolveu uma forte conexão com Vicente (Micael Borges) ainda na infância, antes dele partir para estudar em Londres. Anos depois, o herdeiro da família Valmori volta ao Brasil com a missão de ajudar os negócios do pai, e esse reencontro dos dois reacende um sentimento que enfrentará obstáculos.
“Eu amei fazer a Rosa, porque ela não é óbvia, e nenhum dos personagens é óbvio. A história vai surpreender muito. Você acha que sabe o que vai acontecer, e de repente os personagens surpreendem. A Rosa não tinha um minuto de sossego. Isso foi genial”, afirma Arianne.
“O Vicente é um cara leve. Ele tem as suas questões internas, com a família e, principalmente, com o pai. Volta pra resolver uma questão e acaba tendo que resolver outras”, destaca Micael. E isso inclui enfrentar a mãe, a autoritária Marta (Cristiana Oliveira), e lidar com a presença de Liz (Carla Diaz), uma mulher manipuladora e obsessiva, que promete movimentar a trama, já que faz de tudo para manter o namorado, Vicente, ao seu lado.
“Estou encarando como a primeira vilãzona mesmo, que, inclusive, tem até homenagem para uma grande vilã da TV brasileira (Carminha, de Avenida Brasil), uma sacada brilhante do Gustavo Reiz. Interpretar uma vilã é muito prazeroso, porque tem camadas, tem contradições, fala o que pensa sem pedir desculpas e tem aquele humor ácido. O público pode odiar a personagem, mas pode amar vê-la em cena, esse é o grande desafio do meu trabalho”, acrescenta Carla.
Em meio a segredos e intrigas, o romance central terá que desafiar as estruturas da poderosa família. “Eu não vejo a Marta como uma vilã. Ela é uma mulher criada dentro de valores muito conservadores e de uma realidade social muito rígida. Quando esse romance surge, ela reage porque acredita que está protegendo a família e tudo aquilo que aprendeu a valorizar. É uma personagem cheia de contradições, que age muito mais por suas convicções e pelo medo do julgamento dos outros do que por maldade”, reflete Cristiana.
Então É Amor? conta ainda com Wagner Santisteban no papel de Frederico, um homem ambicioso e manipulador que trabalha como sócio de Marco Antônio (Deo Garcez), pai de Vicente. Embora pareça rígido, Marco Antônio é uma figura paternal que tem como principal objetivo proteger a sua família e honrar seu legado.
“O Frederico é aquele tipo de pessoa que age por conveniência, sabe? Aquela pessoa próxima que te manipula para conseguir o que quer. Como ator, adorei fazer esse personagem porque ele é livre, complexo e cheio de camadas. E, nesse formato mais acelerado, o grande desafio foi conseguir transmitir duas ou três emoções em poucos segundos sem deixar nada superficial. Acho que a gente conseguiu manter toda a força dramática da história”, explica Santisteban.
“Essa novela reúne muitos acertos. O Gustavo é um dos pioneiros desse formato e trouxe todos os elementos que o público gosta de ver na dramaturgia brasileira. O Marcelo também já tem uma grande experiência com produções verticais. Quando você soma isso a um elenco tão talentoso, o resultado é uma obra muito bem construída do início ao fim”, completa Garcez.
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