Reginho (Fabrício Bittar) morre em Mulheres de Areia. O garotinho, um personagem muito querido, tem um final trágico e causa a maior tristeza na trama.
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O desfecho do menino, incomum quando se trata de novela, foi feito para passar uma mensagem importante: a conscientização contra a poluição dos mares.
A autora Ivani Ribeiro usou a tragédia para mostrar ao público os perigos de nadar em águas contaminadas, tema que causa a maior polêmica na história.
Reginho descumpre uma ordem do prefeito Breno (Daniel Dantas), que proíbe o acesso dos turistas e moradores da cidade à praia. O menino nada no mar poluído e fica doente.

Ao descobrir que está com hepatite hemorrágica, o garoto é cuidado pelo médico Munhoz (Edwin Luisi), mas não resiste e morre, deixando o pai e a irmã destruídos.
Tônia (Andréa Beltrão) fica inconformada com a morte do irmão. “O Reginho era um pouquinho meu filho também! Eu criei ele desde que era um bebezinho! Eu tô sofrendo à beça!”, afirma, aos prantos.
Já Zé Pedro (Carlos Zara) paga caro por ter contrariado e criticado Breno. Após perder o filho, o vendedor decide deixar a cidade, pois não consegue mais olhar a praia da mesma forma.
“Um menino tão bom, tão comportado! Me ajudava tanto! Foi esse maldito mar envenenado. Esse esgoto que matou ele. Isso não me sai da cabeça! Parece que eu tô vendo ele. Voltando da prainha, contando os causos… Ele entrando por aquela porta, todo contente quando tirava nota boa… Eu não esqueço disso!”, desabafa o veterano, destruído.
