A partir de 30 de setembro, começa Volta por Cima, a nova novela das sete da Globo. A terceira trama de Cláudia Souto, que conta com direção de André Câmara, será pautada pela diversidade e por histórias do povo. “São histórias que poderiam acontecer com qualquer pessoa. São histórias do povo. Por isso o público vai se identificar“, destacou a autora durante coletiva de imprensa.
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Segundo Cláudia, Volta por Cima terá o subúrbio carioca como pano de fundo, cenário que marca também todas as regiões do Brasil. Nesse meio, acontecimentos impactantes mudarão a vida dos personagens, como a morte repentina de Lindomar (MV Bill), o pai da protagonista Madalena (Jéssica Ellen), que falecerá antes de sua tão sonhada aposentadoria.
A partir desse evento, a mocinha terá mais um motivo para dar a volta por cima. Além de assumir o comando da família, Madalena nem imagina que o pai ganhou na loteria antes de morrer. O bilhete premiado vai parar nas mãos de seu tio, Osmar (Milhem Cortaz), que está devendo para agiotas e também tentará mudar de vida. “A novela fala de sonhos e propósitos. O desafio de todo brasileiro é dar a volta por cima”, pontuou o diretor.
Com uma estética colorida e muita música, com destaque para o samba, a história será contada a partir de personagens humanizados e comuns. A ideia, segundo a autora, é falar das emoções e o quanto as relações impactam na trajetória de cada pessoa.

Além disso, Volta por Cima terá a diversidade como ponto principal. O protagonismo negro será fortalecido também com o núcleo do rico empresário Edson (Aílton Graça), dono da empresa de ônibus em que se passa a trama. Para o ator, a experiência de viver um homem muito rico é encantadora.
Em paralelo, a obra buscará também dar espaço para a cultura oriental, tanto com atores descendentes de chineses, japoneses e coreanos; quanto pelo destaque aos doramas e ao k-pop, que estão em alta no país e conquistam cada vez mais fãs.
É nessa mistura que a autora pretende repetir o sucesso de Pega Pega, sua primeira novela solo na Globo, um sucesso arrebatador de audiência na última década. Agora, a ideia é dar a volta por cima sobretudo no horário das sete, que pode recuperar os bons índices conquistados com Vai na Fé, última boa produção dessa faixa.

