As polêmicas envolvendo Regina Duarte em meio à política só aumentaram após a atriz abdicar do contrato com a emissora para apoiar Bolsonaro. No entanto, a emissora optou pela exibição da minissérie Chiquinha Gonzaga e com isso trará Regina de volta às telas.
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Exibida originalmente em 1999, a minissérie, segundo o TV História, será veiculada pela Globoplay em março. A trajetória da musicista foi contada pelo autor Lauro César Muniz e em 38 capítulos o público acompanha todas as suas lutas, amores, abolição e evolução na música. Em Chiquinha Gonzaga, Gabriela Duarte, faz a artista na juventude, enquanto sua mãe assume o papel na fase adulta.
Toda a luta é retratada com maestria e sensibilidade, e a personalidade de uma mulher à frente do seu tempo é evidenciada com firmeza. “Chiquinha enfrentou preconceitos e a chibata de uma sociedade patriarcal, com atitudes incomuns naquela época. Desde o fato de ter-se casado três vezes, seguindo suas paixões, até as decisões que tomava sobre a vida em geral. Ela andava sempre cercada de homens, já que vivia nos locais onde se reuniam intelectuais e artistas abolicionistas. Foi até difícil encontrar dados nas biografias sobre mulheres. Esses eu tive que criar totalmente na ficção”, explicou Lauro César ao Jornal do Brasil, em 7 de janeiro de 1999.
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