Eles não falam, não aparecem no confessionário e tampouco disputam o prêmio milionário, mas são peças-chave do espetáculo. Os Dummies do BBB 26 voltaram a chamar atenção do público nesta temporada, que estreou em 12 de janeiro sob o comando de Tadeu Schmidt, com elenco dividido entre Pipoca, Camarote e Veteranos.
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Responsáveis por conduzir provas, intervir em momentos de tensão e dar o ritmo logístico da casa, os auxiliares vestem o icônico macacão colorido e mantêm anonimato absoluto. Nos bastidores, porém, a função é tratada como trabalho técnico, com contrato formal e prazo determinado.
Cada Dummy recebe cerca de R$ 6 mil por mês durante os quatro meses de duração do contrato, que acompanha o período do reality, previsto para 100 dias. O valor, embora distante do prêmio final, garante estabilidade temporária em um dos programas de maior audiência da televisão brasileira.
Além do cachê mensal, os profissionais contam com benefícios oferecidos pela empresa da família Marinho, como qualquer contratado temporário da emissora. É uma engrenagem discreta, mas essencial. No BBB, até quem não fala tem papel estratégico — e remunerado — no espetáculo.
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