Na mansão de Arminda, Viviane expõe detalhes perturbadores sobre o funcionamento da Casa da Farinha, revelando que o local, apesar da aparência moderna e organizada, esconde um esquema clandestino de fabricação de remédios falsos. A descrição minuciosa da farmacêutica deixa claro que a fachada impecável serve apenas para mascarar um negócio ilegal de grandes proporções.
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A revelação cai como uma bomba entre os presentes. Gerluce, Rogério, Angélico e Cláudia ficam chocados ao entender a dimensão do esquema, percebendo que qualquer passo em falso pode virar arma nas mãos de Ferette. O grupo conclui que será preciso agir com cautela e estratégia para não cair em uma armadilha.
Rogério demonstra preocupação imediata com as possíveis consequências. Ele teme que Ferette use contratos antigos, documentos e seus próprios contatos para inverter o jogo, tentando empurrar toda a responsabilidade do escândalo para cima dele. A tensão aumenta ao perceberem que o empresário pode estar preparado para transformar aliados em culpados.
Mesmo diante de tantas revelações, o pensamento de Gerluce continua preso ao desaparecimento da neta. A dor pela criança roubada pesa mais que qualquer outra ameaça, e essa angústia acaba se transformando na força que a impulsiona a seguir adiante, decidida a enfrentar o esquema custe o que custar.
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