Uma sequência de paixão, denúncia e perseguição vai colocar A Nobreza do Amor em uma fase de tensão máxima. A novela vai costurar os perigos de Batanga aos conflitos de Barro Preto, mostrando que um segredo amoroso pode virar ameaça política, enquanto um crime ordenado pelo poder começa a escapar do controle.
Veja também:
Kênia (Nykolly Fernandes) tenta proteger Dumi (Licínio Januário) e disfarça a presença dele diante de Pascoal. O chefe da Guarda Real afirma a Akin que foi salvo pela princesa e pede que Chinua o leve para falar com ela. A aproximação cresce até virar uma paixão sem volta: Dumi confessa seu amor por Kênia, e os dois se beijam, mas o romance nasce cercado de perigo, principalmente quando ele precisa se esconder com a chegada de Jendal (Lázaro Ramos).
O risco aumenta com a entrada de Robert na história. O jornalista se apresenta a Jendal dizendo que deseja fazer uma reportagem sobre Batanga, mas Dumi, disfarçado, revela que o rei é um golpista. A reação do vilão é brutal: com ajuda de Pascoal, ele conduz Robert ao poço das serpentes. Depois, Chinua repreende Jendal por ter condenado o jornalista à morte e alerta que o monarca pode ter colocado o reino em risco diante dos ingleses.
A partir daí, Dumi passa a pensar em denunciar as atitudes criminosas de Jendal, mas sua paixão por Kênia vira um problema dentro do movimento rebelde. Akin e Ladisa temem que o envolvimento dos dois coloque todos em perigo, e Akin exige que Dumi escolha entre a luta e o amor. O cerco piora quando Pascoal acusa Dumi, e Jendal ordena a captura do ex-chefe da Guarda Real, enquanto Kênia começa a ser vigiada de perto pelo próprio pai.
No Brasil, Alika/Lúcia (Duda Santos) também entra em zona de risco. Onildo sonda Niara/Vera (Erika Januza) ao comentar o artigo de Nilo Peçanha denunciando o golpe em Batanga, e a rainha acredita que ele pode desconfiar da identidade das duas. Ao mesmo tempo, Omar (Rodrigo Simas) escreve para Alika e planeja chegar ao Brasil, enquanto enfrenta uma tempestade em alto-mar ao lado de Burak.
Em Barro Preto, o clima se complica com Virgínia (Theresa Fonseca). A vilã tenta disfarçar o incômodo ao ver Mirinho (Nicolas Prattes) com Alika/Lúcia e depois simula uma aproximação com a mocinha, deixando Tonho (Ronald Sotto) desconfiado. Mais adiante, Virgínia diz que Graça deseja desfilar pela marca de Alika e pede ajuda a Sebastião para colocar em prática um plano contra o ateliê da rival.
Tonho, por sua vez, ganha força na trama ao se unir a Casemiro e Onildo para confrontar Bartô em nome da população de Barro Preto. A atitude deixa Alika orgulhosa do amado e reforça o papel dele como alguém disposto a enfrentar injustiças. Mas o incômodo de Mirinho cresce, principalmente quando ele vê Tonho e Alika se beijando, abrindo mais uma frente de rivalidade.
O núcleo de Mirinho também promete novas tensões. Ele aceita trabalhar como caixa no banco de Diógenes (Danton Mello), mas a função fica longe do prestígio que esperava. Manoel passa a ter dificuldades para gerenciar o rapaz, Fortunato alerta sobre seu comportamento, e o clima azeda ainda mais quando Mirinho ameaça Manoel. No meio disso, Manoel beija Ana Maria e depois precisa lidar com as consequências desse gesto.
A trama de Belmira também ganha peso emocional. Carrapato revela que voltou para buscá-la, e Viriato se preocupa com a aproximação. Belmira se assusta com as histórias contadas pelo pai, mas acaba protegendo Carrapato e garantindo que não abandonará Viriato ou Ritinha. O padre, por sua vez, confessa temer o encontro de Carrapato com o bando de Belarmino, enquanto também sente ciúme da proteção da jovem ao cangaceiro.
A reta ainda terá novas pressões em Batanga. Alika descobre novas atrocidades cometidas por Jendal, Chinua pressiona Dumi a esquecer Kênia, e o rei finge para a filha que não conhece Robert. O problema é que a morte do jornalista passa a ganhar repercussão externa, até que a consulesa Margaret exige explicações de Jendal. Com isso, A Nobreza do Amor prepara uma virada decisiva, em que romance proibido, denúncia internacional e vingança pessoal caminham juntos para abalar Batanga e Barro Preto.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
