O próximo capítulo de Guerreiros do Sol promete uma mistura poderosa de estratégia, vingança, romance proibido e denúncia política. A trama coloca o sertão em ponto de ebulição, com Josué usando a própria dureza da caatinga contra a polícia e Arduíno mostrando que sua obsessão por destruir o irmão não tem limite.
Veja também:
O primeiro motivo é a armadilha de Josué (Thomás Aquino) no Raso da Catarina. O cangaceiro divide o bando e usa o calor, a sede e o cansaço como armas contra a tropa de Evaristo. A estratégia funciona: os soldados passam mal, perdem força e acabam abandonando a missão sem trocar tiros com os cangaceiros.
O segundo motivo é o novo plano de Arduíno (Irandhir Santos). Mesmo vendo a polícia fracassar, ele não recua. Pelo contrário: comemora o desgaste da tropa baiana e revela a Soraia que pretende capturar Josué explorando a vaidade do cangaceiro. Para isso, manda prender Almir, responsável pelas imagens do bando, e tenta arrancar informações em um interrogatório violento.
O terceiro motivo é a dor de Rosa (Isadora Cruz), que descobre a morte de Almir sob custódia da polícia e acusa Arduíno pelo crime. A situação fica ainda mais grave quando a versão oficial tenta jogar a culpa nos cangaceiros, enquanto Geneton revela que ainda existe uma cópia das filmagens feitas sobre o bando. A verdade passa a virar uma arma tão perigosa quanto qualquer rifle.
O quarto motivo é a aproximação entre Valiana (Nathalia Dill) e Bida (Rodrigo Lélis). Depois da agressão sofrida pelo padre, os dois ficam ainda mais ligados, e ele confessa que escreveu a padre Enoque relatando seus sentimentos. Em meio à violência da guerra, Guerreiros do Sol abre espaço para uma relação marcada por afeto, culpa e desejo de liberdade.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
