Toda grande virada de novela nasce quando a personagem que foi esmagada pela injustiça começa a entender que sobreviver não basta. Em Quem Ama Cuida, a 2ª fase marcará justamente essa passagem. A protagonista deixará para trás a imagem da mulher destruída pela condenação e entrará em uma etapa mais estratégica, mais fria e mais poderosa. A riqueza não surgirá como prêmio fácil, mas como consequência de uma reviravolta capaz de mudar o destino dos Brandão.
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A mudança virá com Heitor (Renato Góes), filho de Arthur (Antonio Fagundes), que reaparecerá vivo depois de anos desaparecido e dado como morto. A volta dele atingirá diretamente Pilar (Isabel Teixeira), que acreditava estar cada vez mais próxima de controlar a fortuna, a holding e o espólio do irmão. Com o retorno do verdadeiro herdeiro, o jogo patrimonial muda de lugar. O dinheiro que parecia nas mãos da vilã passa a ser colocado sob pressão, e a família Brandão entra em uma nova fase de disputa.
É nesse cenário que Adriana (Letícia Colin) começa a recuperar força. Ela não deixará a prisão rica. Pelo contrário: sairá pobre, ferida e marcada por seis anos de injustiça. Mas Heitor será decisivo para recolocar a protagonista no topo, ajudando-a a recuperar posição, poder e condições de enfrentar seus inimigos em pé de igualdade. A riqueza, nesse novo momento, não será apenas sinal de luxo. Será escudo, arma e instrumento de revanche.
Com Heitor ao lado, Adriana deixará a fase da sobrevivência e passará a comandar seus próprios movimentos. A protagonista também mirará Ademir (Dan Stulbach), ligado à engrenagem que ajudou a afundá-la, e usará com inteligência o segredo envolvendo Dora (Mariana Ximenes) e André (Henrique Barreira). Na 2ª fase de Quem Ama Cuida, a injustiça começa a cobrar a conta: Pilar perde terreno, Heitor reorganiza o tabuleiro e Adriana transforma dor em método para voltar ao poder.
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