Toda grande virada de novela precisa de uma injustiça que amadurece em silêncio. Em Quem Ama Cuida, a transformação da protagonista não virá como mágica nem como recompensa fácil. Ela nascerá depois da prisão, da perda de prestígio, do preconceito e da sensação de ter sido apagada por uma família poderosa. A mulher que deixará a cadeia sem dinheiro e sem proteção começará a reconstruir sua posição quando uma peça inesperada voltar ao tabuleiro.
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Adriana (Letícia Colin) sairá da prisão pobre, ferida e sem a vida confortável que um dia esteve ligada ao casamento com Arthur Brandão (Antonio Fagundes). A fisioterapeuta não retornará ao mundo como milionária, nem aparecerá imediatamente instalada no topo. Pelo contrário: ela precisará recomeçar em condições difíceis, marcada pela condenação injusta e pelo olhar de quem ainda a vê como culpada. É justamente esse ponto baixo que tornará sua volta por cima mais poderosa.
A virada começará com o retorno de Heitor (Renato Góes), filho de Arthur, considerado morto por anos. A reaparição dele mudará completamente o equilíbrio da família Brandão, porque trará de volta um herdeiro capaz de mexer na disputa pelo espólio do joalheiro. Ao lado de Adriana, Heitor abrirá um novo caminho para que ela recupere força, influência e condição social. A riqueza de Adriana não nascerá de um golpe de sorte, mas da reconstrução de seu lugar dentro de uma história que tentaram roubar dela.
A maior atingida por essa mudança será Pilar (Isabel Teixeira). A vilã acreditava estar cada vez mais próxima de controlar a fortuna, a mansão e os interesses da família, mas a volta de Heitor colocará seus planos em risco. Com ele ao lado, Adriana deixará de ser apenas a ex-presidiária tentando provar inocência e passará a ser uma adversária real, capaz de enfrentar os Brandão em pé de igualdade. Em Quem Ama Cuida, a protagonista ficará rica novamente não porque esqueceu a dor, mas porque aprenderá a transformar a própria queda em estratégia para subir.
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