Candinho chega ao fundo do poço. Sem Samir, sem Dita e afastado até de Policarpo, ele vê a própria vida desmoronar enquanto a baronesa, identidade assumida por Sandra, decide usar o burro como instrumento de vingança. Dona do animal, ela escolhe atingir o caipira onde mais dói, aprofundando o sofrimento do protagonista.
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Depois de passar vergonha ao tentar expor Policarpo nas ruas e ser vaiada, Sandra radicaliza e manda executar o burro, numa decisão que revela até onde está disposta a ir. A ordem é clara: entregar uma maçã envenenada pelas mãos de Pé de Cabra e Cara de Gato, velhos conhecidos de Candinho.
A emboscada acontece na fábrica de biscoitos. Os bandidos ameaçam forçar o animal a engolir a fruta e cogitam até atirar, elevando a tensão do capítulo. Desconfiado, Candinho segue o instinto, chega ao local e flagra a tentativa de envenenamento, entendendo a gravidade da armadilha.
O desfecho, porém, muda o rumo da tragédia. Policarpo não come a maçã e não morre, frustrando o plano venenoso de Sandra. A sequência entrega suspense e alívio, reafirmando o burro como símbolo central da história e do afeto do público.
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