Na sequência prevista para ir ao ar na noite dessa sexta-feira, dia 3 de junho, Jonathan (Guilherme Weber) aplica um ‘boa noite Cinderela’ em Moa (Marcelo Serrado) e consegue fugir novamente em Cara e Coragem.
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Ele deixa Pat (Paolla Oliveira), Moa (Marcelo Serrado), Ítalo (Paulo Lessa) literalmente a ver navios em Paquetá e simplesmente desaparece. Moa só dará conta do golpe no dia seguinte e avisa aos amigos que o pesquisador desapareceu.

Se por um lado a vida dos dublês é ação no dia a dia, e até quando não estão a trabalho, em Paquetá o clima bucólico é o que paira no ar. Um dos cenários da novela Cara e Coragem, a famosa ilha localizada na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, é conhecida por não ter circulação de automóveis e gozar de um clima de cidade do interior. Seu principal acesso são as barcas que partem da Praça XV, no Centro do Rio.
Clima de paz
Na Paquetá de Cara e Coragem, Duarte (Kiko Mascarenhas) é um dos moradores. Diariamente, ele faz o percurso na barca para dar expediente como faz-tudo na Companhia de Dança Vertical, no Rio. Jéssica (Jeniffer Nascimento) e seu tio Robson (Zecarlos Moreno) também moram na ilha, assim como Milton (Anselmo Vasconcelos), pai de Moa (Marcelo Serrado), dono de uma padaria no local, e sua irmã Adélia (Ivone Hoffmann), que é guia de turismo em Paquetá.

Parte da ilha será reproduzida na cidade cenográfica, nos Estúdios Globo, especialmente os cenários da padaria e a fachada da casa de Milton. “A atmosfera de Paquetá está presente nos estilos das casas e construções. A padaria de Milton representa bem essa característica acolhedora da ilha, já que muitos personagens passarão por lá”, explicam os cenógrafos May Martins e Claudiney Barino.

Cara e Coragem, uma comédia romântica de ação embalada por aventura e mistérios, é criada e escrita por Claudia Souto com direção artística de Natalia Grimberg. A obra é escrita com Isadora Wilkinson, Julia Laks e Zé Dassilva. A direção geral é de Adriano Melo com direção de Oscar Francisco, Cadu França, Mayara Aguiar e Matheus Malafaia. A produção é de Mônica Fernandes e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
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