Velhos conhecidos do público, a delegada Helô (Giovanna Antonelli) e o advogado Stenio (Alexandre Nero) estão de volta. Ao contrário do que se imaginava, o casal não foi feliz para sempre. As divergências novamente falaram mais alto e eles estão separados. Apesar disso, a profissão dos dois sempre os reúne, mesmo que em posições opostas: ela ao lado dos inocentes e ele defendendo os acusados.
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Stenio segue sendo aquele advogado que não julga o cliente e defende sua inocência com a garra e a paixão de quem acredita, realmente, nela, até mesmo lançando mão de meios pouco ortodoxos, caso necessário. Agora, ele tem uma sócia, a também advogada Laís (Indira Nascimento). Ela é casada com Monteiro (Aílton Graça), um professor de história que não aceita ver que sua filha adolescente, Isa (Duda Santos), cresceu e quer criar asas. Os dois também são pais de Theo (Ricardo Silva).
Já Helô (Giovanna Antonelli) agora tem mais uma especialização: crimes digitais. E acaba de assumir uma nova delegacia. Essencialmente, permanece a mesma mulher incorruptível, com inabaláveis valores éticos e morais, forte e determinada na repressão ao crime. Na nova delegacia, ela trabalha com a investigadora Yone (Yohama Eshima). Passará por lá a disputa envolvendo Brisa (Lucy Alves) e Ari (Chay Suede) por Tonho (Vicente Alvite), entre outros casos que servirão como pano de fundo para muitos desentendimentos e reviravoltas na vida do ex-casal #Steloisa.
Aposentadoria?
Em um papo exclusivo com esse colunista que vos escreve, Giovanna Antonelli revela que não irá se aposentar após o término de Travessia que terá o seu último capítulo exibido em maio de 2023. “Muita gente não sabe, mas nos atores trabalhamos de domingo a domingo. Depois de fazer Quanto Mais Vida Melhor (2021/2022) e agora Travessia, eu irei dar uma respirada. Mas não existe nada de aposentadoria”, pontua a interprete.

Travessia é criada e escrita por Gloria Perez, com direção artística de Mauro Mendonça Filho, direção de Walter Carvalho, Andre Barros, Mariana Richard e Caio Campos. A produção é de Claudio Dager e Tatiana Poggi; e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
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