Arminda acha curioso que o namorado de Gerluce seja o policial que foi interrogá-la sobre o suposto assalto que sofreu em casa. Ferette deixa Arminda apavorada ao afirmar que, caso alguém encontre os milhões que estão escondidos na estátua, ambos serão presos.
Veja também:
Samira avisa a Lena e Herculano para não procurarem Joélly. Jairo avisa a Paulinho que recebeu a ordem de não investigar o assalto na casa de Arminda. Lígia vai a igreja e conversa com Jorginho. Gerluce é abordada por Claudia.
RESUMO DO DIA 18 DE DEZEMBRO
Kasper estranha o interesse de Ferette por uma escultura de Giovanni Aragna. Lígia diz ao pastor Albérico que fará o possível para convencer Joélly a aceitar Jorginho. Arminda pensa em Joaquim. Ferette fala para Zenilda desistir de trabalhar, deixando-a pensativa.
RESUMO DO DIA 19 DE DEZEMBRO
Lorena nota que a mãe está pensativa desde a última conversa que tiveram sobre Ferette. Xênica aceita se encontrar com Zenilda. Arminda reclama de Raul. Paulinho questiona Gerluce sobre seu comportamento desde o assalto e pressiona a namorada a dizer o que está acontecendo. Gerluce confessa a Josefa que está com problemas.Juquinha comenta com Paulinho que acha estranha a atitude do delegado Jairo de impedir a investigação do assalto na casa de Arminda. Lena desobedece a Samira e se aproxima de Joélly. Rogério avisa a Cláudia que está chegando a hora de Arminda e Ferette terem o que merecem.
RESUMO DO DIA 20 DE DEZEMBRO
Zenilda faz perguntas a Xênica sobre Ferette. Xênica incentiva Zenilda a trabalhar. Gerluce afirma a Arminda que mantém a decisão sobre sua demissão. José Maria pergunta a Lena o que ela faz na Chacrinha, ao se deparar com a mulher de Herculano entrando no consultório com Joélly. Lena despista José Maria, quando o médico questiona sua presença na Chacrinha. Lucélia fica furiosa ao descobrir que os tios não a contemplaram nos testamentos. Ferette recebe uma mensagem anônima dizendo que sabe onde ele pode achar As Três Graças.
Três Graças é uma novela criada e escrita por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, com direção artística de Luiz Henrique Rios e produção de Gustavo Rebelo e Silvana Feu. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
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