O jogo vira com força quando Arminda decide agir antes de ser atingida e transforma a própria escultura em arma. Depois de ouvir Rogério admitir que sabe por onde andam as Três Graças e o dinheiro escondido nelas, a vilã entende que não pode mais esperar e prepara um contra-ataque frio, calculado e perigosíssimo. O que parecia apenas mais uma discussão venenosa entre ex-casal ganha peso de guerra aberta e muda completamente o rumo da trama.
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Antes disso, Rogério já tinha provocado um estrago enorme. Ele expõe a verdadeira origem de Raul e desmonta o passado inventado por Arminda, deixando a rival encurralada. Para piorar, assume que o dinheiro retirado da escultura foi usado para reparar o dano causado pelos remédios falsos da Fundação Ferette. A revelação cai como uma bomba e transforma o confronto entre os dois em um duelo público, sem qualquer chance de reconciliação.
Enquanto isso, na outra ponta da história, a polícia tenta estourar a casa de farinha ligada ao esquema clandestino, mas encontra tudo limpo demais. Ferette consegue apagar os rastros a tempo e esvazia completamente a operação policial, deixando Paulinho, Juquinha e Jairo frustrados. Mesmo assim, fica claro que o esquema existe e que alguém poderoso continua protegendo a engrenagem criminosa.
É então que Arminda executa seu movimento mais perigoso. Ela aparece na delegacia e denuncia o roubo das Três Graças, apontando Rogério como principal suspeito. A jogada é estratégica e cruel ao mesmo tempo, porque transforma a escultura em caso de polícia e joga os investigadores diretamente contra Rogério. Com esse golpe, Arminda muda o eixo da história e coloca Rogério, Gerluce e todos os envolvidos à beira de um novo abismo.
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