Depois da queda de Sandra e Ernesto, Candinho alcança o desfecho que parecia improvável e segura nos braços o novo filho já nascido de Dita, imagem que redefine o último ato de Êta Mundo Melhor!. A prisão dos vilões fecha a fase de injustiças e abre espaço para um tempo de paz que, desta vez, tem rosto e nome: o bebê que chega para reorganizar afetos.
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A cena aposta menos no exagero e mais no gesto. Candinho contempla o filho fora da barriga de Dita, emocionado, como quem entende que a vida lhe devolve o que quase perdeu, enquanto Samir observa com alegria madura. O laço entre pai e primogênito se amplia, não se divide, e a família se recompõe diante do público.
Dita, agora cantora consolidada, atravessa o desfecho com serenidade. O nascimento do segundo filho de Candinho simboliza a vitória íntima sobre as armações do passado, ao mesmo tempo em que sua carreira ganha projeção e autonomia. A personagem não se anula na maternidade; ela soma.
No último movimento da trama, o novo herdeiro transforma o final em rito de passagem e encerra a jornada de Candinho cercado de família, amor e permanência. Êta Mundo Melhor! escolhe a imagem clássica do pai com o filho no colo para afirmar que, depois de tanto tropeço, o recomeço é possível.
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