Em Três Graças, Jorginho não tem redenção nem despedida emocionante. O personagem, que ensaiava uma mudança de vida, é morto com uma injeção letal aplicada por Samira, em uma cena direta e sem heroísmo. Não há discurso final nem chance de perdão. Só a morte.
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Depois do crime, Edilberto assume o controle e organiza a desova do corpo com frieza, como se estivesse cumprindo uma tarefa comum. Ele enrola Jorginho em um cobertor e define onde o corpo será deixado. A violência acontece sem gritos, mas com método.
O local escolhido carrega mensagem. O corpo é abandonado na porta da igreja do pastor Albérico, em um gesto pensado para causar impacto. A cena transforma a morte em recado e prepara um escândalo para o amanhecer.
Quando os fiéis encontram o cadáver, a novela cruza um ponto sem volta. A indignação toma conta da comunidade e qualquer tentativa de romantizar o passado de Jorginho desaparece. Três Graças assume seu lado mais duro e aposta no choque como motor da história.
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