A escalada de violência atinge o ápice quando Ferette decide mandar matar Paulinho e Gerluce, numa ordem fria que redefine o jogo de poder na Chacrinha. O empresário age após a formalização da denúncia pelo roubo da escultura das Três Graças, convencido de que precisa silenciar qualquer elo que o aproxime do crime.
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Tudo começa quando Arminda oficializa a acusação e a delegada Marise apresenta fotos de moradores da comunidade, buscando conexões com o roubo. Diante das imagens, Ferette e a própria Arminda passam a suspeitar que Gerluce teria fornecido informações cruciais para a ação, tornando-se peça-chave na engrenagem do escândalo.
A partir daí, o empresário abandona qualquer disfarce. Ferette convoca Vicente e determina a execução de Paulinho, tratando o delegado como obstáculo a ser removido. A decisão marca uma virada sombria e confirma que o conflito ultrapassou os limites da investigação.
Não satisfeito, ele amplia a ordem: Vicente deve arrancar de Gerluce a localização do dinheiro escondido na estátua antes de matá-la. A instrução é clara e brutal, revelando o grau de desespero de quem teme ver seu império ruir diante da Justiça.
Com a dupla marcada para morrer, a guerra em Três Graças entra em território irreversível, onde traição, poder e sobrevivência passam a caminhar lado a lado. A pergunta que ecoa é uma só: quem conseguirá escapar do cerco antes que seja tarde demais.
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