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Entre a notícia e o samba: Mariana Gross brilha na Sapucaí e reafirma seu tamanho na Globo

Da bancada do RJ1 à concentração da Marquês de Sapucaí, jornalista alia carisma, precisão e autoridade na cobertura do Carnaval 2026

Publicado em 17/02/2026

Há jornalistas que cumprem pauta. E há aqueles que entendem o espírito da cena. No Carnaval 2026, Mariana Gross mostrou mais uma vez que não está na Marquês de Sapucaí apenas para preencher espaço de transmissão. Ela ocupa a concentração como quem conhece o pulso do Rio. Popular, acessível, com carisma natural, transforma bastidores em narrativa viva. Suas entradas trazem brilho real à cobertura da TV Globo.

Direto da concentração do Sambódromo, Mariana revela o que o público não vê na avenida: o nervosismo antes da sirene, os rituais silenciosos, as últimas costuras, as promessas sussurradas. Enquanto Alex Escobar e Karine Alves comandam a narração dos desfiles do Grupo Especial, ela trabalha no detalhe humano. E faz isso com segurança de quem sabe exatamente o que está fazendo. Não há improviso vazio. Há escuta, contexto e domínio.

O que impressiona é a naturalidade. Mariana, que comanda o RJ1 e já assumiu esporadicamente o Bom Dia Brasil e o Jornal Nacional com a mesma firmeza, transita entre o factual duro e a festa popular sem perder identidade. Ela não “se fantasia” para o Carnaval. Ela permanece jornalista. E talvez seja isso que a diferencie: leva credibilidade para o samba e leveza para a informação.

A cobertura deste ano ainda carrega uma camada simbólica. Após enfrentar uma cirurgia cardíaca para corrigir um prolapso de válvula mitral, Mariana retorna à Sapucaí com energia renovada. Não faz disso espetáculo, mas o público percebe. Há ali uma profissional em superação, mas também em plenitude. Em um Carnaval cada vez mais marcado por ruído e excesso, Mariana Gross é a prova de que elegância, popularidade e técnica podem desfilar juntas — e em ritmo afinado.

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