Algumas decisões parecem pequenas quando são tomadas. O problema é o que acontece depois. Em Quem Ama Cuida, os próximos capítulos mostram exatamente isso. Uma escolha leva à outra, um movimento provoca uma nova consequência e, quando os personagens percebem, suas vidas já foram completamente transformadas. A novela criada por Walcyr Carrasco e Claudia Souto entra em uma fase em que ninguém consegue escapar dos efeitos das próprias atitudes.
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A primeira decisão decisiva é a de Pilar (Isabel Teixeira) ao reforçar as suspeitas contra Adriana (Letícia Colin) perante a polícia. A segunda acontece quando o delegado aceita avançar contra a terapeuta. A terceira surge quando Ademir (Dan Stulbach) coloca em prática seu plano para afastar Pedro (Chay Suede) do caso. A quarta vem quando Pedro decide enfrentar o próprio pai e investigar as irregularidades por trás do processo. A quinta explode durante o julgamento, quando Tom aceita depor contra Adriana e fortalece a acusação que mudará seu destino.
A sexta decisão gera uma das maiores tragédias da novela: a condenação de Adriana a doze anos de prisão. A sétima acontece quando Pedro decide declarar seu amor mesmo diante do caos. A oitava vem logo depois, quando ele rompe definitivamente com Ademir após suspeitar da participação do pai na armação judicial. A nona surge quando Pilar expulsa Otoniel (Tony Ramos) e sua família da casa de Arthur, ampliando ainda mais seu domínio sobre a herança e sobre a vida de todos ao redor.
A décima e mais dolorosa decisão parte da própria Adriana. Após ser ameaçada dentro da prisão, ela escolhe abrir mão do homem que ama para protegê-lo. A protagonista termina o relacionamento com Pedro e afirma que não o ama mais, escondendo a verdade para salvá-lo. A partir daí, tudo muda: Pedro inicia uma guerra contra Ademir, Pilar amplia sua ofensiva sobre a fortuna de Arthur e uma prova capaz de desmontar toda a farsa começa a surgir. Quem Ama Cuida entra em uma nova fase marcada por amor interrompido, vingança, disputa por poder e uma reação em cadeia que ninguém conseguirá controlar.
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