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Antes do velório: 10 motivos para assistir Quem Ama Cuida, a nova novela da Globo

Tragédia, mistério, disputa por herança e uma protagonista injustiçada colocam a nova TRAMA entre as estreias mais aguardadas do ano

Publicado em 17/05/2026

Poucas novelas chegam cercadas por uma combinação tão evidente de tragédia, mistério, ambição e promessa de grandes emoções. Quem Ama Cuida estreia apostando justamente na força do folhetim popular que transforma perdas profundas em combustível dramático. O que parece começar como uma história sobre sobrevivência rapidamente se converte em uma disputa marcada por culpa, poder, dinheiro e feridas que insistem em permanecer abertas.

No centro dessa engrenagem está Adriana (Letícia Colin), uma mulher comum lançada ao extremo quando perde emprego, casa e o marido Carlos (Jesuíta Barbosa). Seu caminho cruza o de Pedro (Chay Suede), encontro que surge em meio ao caos, mas a grande mudança acontece ao entrar na vida de Arthur Brandão (Antonio Fagundes), empresário milionário cercado por interesses familiares. A relação improvável entre os dois, construída entre afeto, proteção e conflitos, se transforma em um dos principais motores da trama.

A novela amplia sua força quando começa a revelar suas camadas mais explosivas. A guerra pela fortuna dos Brandão, a presença de Pilar (Isabel Teixeira) como força de desestabilização, a participação de Brigitte (Tata Werneck) em um papel distante do humor tradicional e o assassinato que muda completamente a história criam uma sucessão de acontecimentos capazes de reorganizar todos os núcleos. O drama cresce justamente porque ninguém parece ocupar um lugar totalmente seguro.

Mas talvez exista um motivo ainda mais forte para assistir. Quem Ama Cuida carrega elementos que marcaram grandes sucessos do gênero: uma protagonista injustiçada, uma família poderosa em conflito, romances atravessados por perdas e personagens movidos por obsessão, culpa e desejo de reparação. São ingredientes clássicos do universo de Walcyr Carrasco, agora apresentados em uma narrativa que promete transformar a dor em ponto de partida para uma longa batalha por justiça.

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