Binta Faye (Lesliana Pereira) chegará a Batanga disposta a conquistar seu espaço em A Nobreza do Amor. Representante da nobreza senegalesa, a personagem desembarcará no reino para participar da cerimônia organizada por Jendal (Lázaro Ramos), que pretende escolher uma nova rainha. A entrada da jovem, prevista para ir ao ar a partir do dia 17, promete alterar a dinâmica da disputa e chamar imediatamente a atenção do monarca.
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Ao receber Binta, Jendal demonstrará fascínio pela nova candidata. O rei tomará a mão da jovem, comentará o significado de seu nome e dirá que ela representa força, beleza e inteligência. Em seguida, elogiará sua aparência e afirmará que o brilho de sua beleza é capaz de ofuscar seus olhos. A cena deixará claro que a chegada da senegalesa não passará despercebida no palácio.
Mas o interesse de Jendal não será apenas romântico. Durante a conversa, ele observará as joias e os sinais de riqueza da família de Binta, enxergando nela uma possível aliança política e econômica para Batanga. Com postura refinada, cordial e segura, a personagem responderá que não poderia perder a oportunidade de conhecer o reino e participar da seleção promovida pelo rei. A elegância da jovem reforçará a impressão de que ela pode se tornar uma ameaça direta às demais pretendentes.
Recém-chegada ao elenco, Lesliana Pereira define Binta como uma personagem feita para movimentar a novela. “O público pode esperar da Binta tudo o que um bom noveleiro gosta: drama, emoção e aquele jogo envolvente que nos prende ao sofá e nos faz vibrar com as emoções humanas. A Binta vem para mexer um pouco com esse vilão, o Jendal, e justamente para dar mais tempero à história. Ela chega com muita sede. A Binta é o diamante da temporada”, afirma a atriz.
Natural de Soyo, na província do Zaire, em Angola, e criada entre Angola e Portugal, Lesliana ganhou projeção internacional ao conquistar os títulos de Miss Zaire e Miss Angola 2008. Com trajetória na televisão e no cinema, a artista também destaca sua ligação com o Brasil. “A minha relação com o Brasil é muito próxima. Nós somos um povo, tanto o angolano quanto o brasileiro, muito parecido na alegria, na vontade de viver, na música, no ritmo. Por isso, eu sinto-me em casa no Brasil”, diz. Produzida nos Estúdios Globo, A Nobreza do Amor é criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, com direção artística de Gustavo Fernández e direção de gênero de José Luiz Villamarim.
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