O capítulo gira em torno da bomba que abala a cidade. Amadeo é preso como suspeito de duplo homicídio, após Januário confessar que recebeu dinheiro dele. Diante do delegado, ele nega o crime, mas não explica o pagamento e acaba detido para averiguações. Hortência se desespera ao saber da prisão, enquanto Dolores suspeita que ele esteja acobertando o sobrinho Antônio.
Veja também:
Ao mesmo tempo, a crise financeira aperta. Bancos começam a falir e a Casa Bancária de Francesco entra na mira do colapso, deixando todos apreensivos. Marco Antônio chega a sugerir pedido de falência para salvar a instituição, irritando o pai. Nas fazendas, o preço do café despenca, estoques se acumulam e cresce até a ideia de queimar sacas para forçar reação do governo.
Na fábrica de macarrão, a solução encontrada é dura. Paola decide reduzir jornada e salário para evitar demissões, avisando que quem não aceitar será dispensado. Giuliana explica a mudança aos funcionários e depois conta a novidade a Matteo, que vê nisso chance de passar mais tempo com ela. A tensão social aumenta quando Matteo é chamado de anarquista ao protestar contra a falta de emprego.
Mesmo em meio ao caos, gestos de lealdade surgem. Matteo visita Amadeo na prisão e promete ajudá-lo, assumindo as obras dos sobradinhos e amparando Hortência. Enquanto isso, novas alianças e mudanças de casa mexem com a rotina da família, mas a grande sombra continua sendo a acusação que pode destruir reputações e arrastar todos para o fundo junto com a crise.
O conteúdo veiculado nesta coluna é de total responsabilidade do colunista parceiro. As opiniões e informações aqui expressas não são de responsabilidade do Grupo Observatório.
