A 2ª fase de Quem Ama Cuida vai marcar uma mudança de posição, de tom e de imagem na trajetória da protagonista. Depois de ser condenada injustamente, perder anos de liberdade e sair da prisão sem o poder que um dia pareceu possível, ela voltará diferente. O novo visual será apenas a superfície de uma transformação maior: a dor deixará de ser paralisia e começará a se converter em estratégia. Se a programação da Globo for mantida, a nova etapa começará em 20 de julho, depois da Copa do Mundo, abrindo uma fase de reconstrução, revanche e disputa familiar.
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Adriana (Letícia Colin) deixará a prisão pobre, marcada pela condenação pela morte de Arthur (Antonio Fagundes) e ainda atravessada pelas armações que a levaram ao fundo do poço. A fisioterapeuta não retornará poderosa de imediato, nem surgirá com a vida resolvida. A virada será construída aos poucos, com uma postura mais fria e consciente. O que muda é que ela passará a entender melhor o jogo de quem a derrubou, principalmente Pilar (Isabel Teixeira), responsável por alguns dos golpes mais cruéis contra sua trajetória.
A peça inesperada dessa nova fase será Heitor (Renato Góes), filho desaparecido de Arthur. Dado como morto após sumir em uma região montanhosa congelada, ele reaparecerá vivo e mudará o equilíbrio da família Brandão. A volta de Heitor atingirá diretamente a disputa pela fortuna, pela holding e pelo inventário, colocando em risco os planos de quem acreditava controlar o espólio de Arthur. Para Adriana, o retorno dele representará mais do que uma surpresa: será a chance concreta de recuperar força, posição e riqueza.
Com Heitor ao seu lado, Adriana começará a deixar para trás a condição de vítima isolada. A aproximação dos dois abrirá espaço para um novo aliado, um novo amor e uma nova forma de enfrentar os inimigos. Pilar, acostumada a manipular todos ao redor, encontrará uma barreira que não esperava. Em Quem Ama Cuida, a 2ª fase promete mostrar uma protagonista reconstruída por dentro e por fora, pronta para voltar ao centro da história não para pedir justiça, mas para cobrar tudo o que lhe foi arrancado.
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