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A Globo decidiu jogar alto — e rápido — ao colocar um de seus nomes mais promissores em um dos territórios mais estratégicos do planeta. A estreia de Felipe Santana como novo correspondente na China, exibida no último domingo no Fantástico, não passou despercebida e já movimenta bastidores e audiência com uma cobertura que mistura informação, curiosidade e um olhar moderno sobre o país que domina o cenário global.
Depois de uma passagem consistente por Nova York, Felipe Santana agora encara o desafio de mostrar a China sob uma perspectiva que vai além do óbvio. E o resultado inicial já chama atenção: uma série no Jornal Nacional considerada envolvente, educativa e atual, que tem conseguido prender o público ao explorar desde o avanço tecnológico até aspectos culturais que despertam curiosidade imediata.
Nos bastidores da emissora, a escolha é vista como um acerto estratégico. Felipe é descrito como um profissional versátil, com comunicação afiada que conversa tanto com o público mais tradicional quanto com as novas gerações. Seu estilo direto, linguagem moderna e presença alinhada com os tempos atuais reforçam a aposta da Globo em renovar a forma de contar histórias internacionais.
A movimentação, aliás, não acontece por acaso. Existe uma tendência crescente no jornalismo mundial de ampliar a presença na China, país que se consolida cada vez mais como potência global. Veículos internacionais como o Washington Post já mantêm correspondentes na região, e outras grandes empresas de mídia seguem o mesmo caminho.
A Globo, ao que tudo indica, sai na frente no Brasil ao estruturar uma cobertura mais robusta no país asiático. A base do correspondente é em Xangai, um dos principais centros econômicos e tecnológicos da China.
Mais do que uma simples mudança de posto, a ida de Felipe Santana simboliza uma virada de chave no olhar da televisão brasileira para o cenário internacional. Entender a China deixou de ser opcional — virou prioridade.
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