Fracasso em série derrubou executivo e bastidores revelam rejeição e guerra interna na emissora

Publicado em 03/04/2026


A demissão de Mauro Lissoni veio como um carimbo final em uma trajetória marcada por fracassos consecutivos. O executivo foi demitido ontem após não conseguir emplacar nenhum sucesso recente — e ainda deixar um rastro de decisões contestadas dentro da emissora.

Nos bastidores, o clima já era de desgaste total. Ele carregava a fama de ser um ferrenho opositor de Chaves, um dos maiores fenômenos de audiência da TV. Chegou a considerar que o seriado prejudicava a imagem do canal, mas o tiro saía pela culatra: sempre que voltava ao ar, a produção registrava índices superiores aos programas inéditos da casa, expondo ainda mais a fragilidade da gestão.

A sequência de apostas frustradas só agravou a situação. Chega Mais e Chega Mais Notícias praticamente não decolaram, enquanto Tá na Hora saiu de cena sem deixar saudade. A tentativa de ressuscitar o Aqui Agora também não vingou e seguiu patinando na audiência.

E como se não bastasse a pressão interna, a crise ganhou voz pública. O jornalista Felipeh Campos revelou ao vivo, em seu portal, que não gostava do executivo e fez críticas diretas à sua condução — algo que repercutiu fortemente nos bastidores e aumentou ainda mais o desgaste.

Nos corredores, a avaliação é direta: a demissão já era inevitável. O que surpreendeu foi a velocidade com que tudo aconteceu. Agora, a emissora tenta apagar o incêndio deixado por uma gestão que, para muitos, entrou para a lista das mais problemáticas dos últimos anos.

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