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A calmaria acabou. A apresentadora Eliana está prestes a promover uma verdadeira reviravolta em seu programa na TV Globo — e não é exagero dizer que a atração pode ganhar uma cara completamente nova nas próximas semanas.
Segundo informações de bastidores que já circulam com força, a emissora decidiu mexer em pontos estratégicos após identificar um sinal de alerta na audiência. O programa vem oscilando na casa dos 9 a 12 pontos na Grande São Paulo, números considerados competitivos, mas ainda abaixo do potencial esperado para a faixa dominical da Globo, que historicamente lidera com folga.
E é aí que entra a virada.
A principal aposta são os chamados mini games, quadros rápidos, dinâmicos e pensados para fisgar o público que já não tem mais paciência para formatos longos. A ideia é simples e direta: prender a atenção do telespectador do começo ao fim, sem dar espaço para a concorrência respirar.
Mas não para por aí. O Em Família também prepara uma ofensiva internacional. Eliana deve gravar quadros fora do Brasil, trazendo histórias, desafios e experiências globais que ampliam o alcance do programa e dão um ar mais sofisticado à atração.
Nos bastidores, a movimentação é vista como parte de uma estratégia maior da Globo para modernizar sua grade de entretenimento e reagir ao avanço de formatos mais ágeis, especialmente nas plataformas digitais. A ordem é clara: atualizar ou ficar para trás.
O colunista José Aramando Vannucci já havia sinalizado que mudanças estavam a caminho, e agora o plano ganha contornos mais concretos.
Apesar do tom positivo, há uma pressão evidente. O domingo segue sendo um dos territórios mais disputados da TV aberta, com concorrentes apostando pesado em realities, auditórios e apelo popular. Nesse cenário, Eliana surge como peça-chave nessa tentativa de renovação — e também como uma das maiores apostas da emissora.
A expectativa interna é de que o novo formato traga fôlego imediato e reposicione o programa entre os destaques da programação. Resta saber se o público vai comprar essa nova versão.
Porque uma coisa é certa: quando a Globo resolve mudar, dificilmente é por acaso.
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