Em meio a ação da Oral-B, Ricardo encontrou tempo para falar de jogo com Paula e Antonio ‘Cara de Sapato’. O biomédico comentou sobre o possível fim das alianças que se formaram no BBB 23 e do vacilo de Tina durante a formação de Paredão de domingo (5).
Veja também:
“Temos que ter noção de que o jogo não tem como ser jogado só em grupo. Não tem como. Uma hora as coisas vão começar a segregar mesmo, e é normal, é o fluxo”, opinou o sergipano. “Já começou”, afirmou o lutador.
“Isso que eu falei, que na terceira semana ia começar. […] Você se aproximou do Cowboy, porque você gosta dele, ele gosta de você, não era por jogo. Mas acho que daqui pra frente, essas relações fora do próprio grupo, vão começar a fazer novos pequenos grupos. Novas alianças”, opinou o Alface.
“Mas não acho que vai ser tipo: ‘ah vamos jogar juntos’. Vai ser tipo, pra se proteger e tal, de repente eu faço, de repente, não”, palpitou o paraibano. “Broderagem”, resumiu Ricardo.
“Daí fica mais coerente, orgânico. As coisas vão acontecendo de acordo com o feeling do momento. E tem que ser assim mesmo. Vou até falar pro Fred [Desimpedidos], ele fala: ‘Ah é uma parada matemática’. Depende, tá ligado”, disse Sapato.
O lutador, então, deu um exemplo para o colegas: “Depende, é uma parada matemática, mas não necessariamente. Tipo, no último Paredão, poderia ir três dos nossos, mesmo a gente tendo vantagem de votos. Aí… Foi por pouco, pô”.
“Porque se tivesse errado a votação lá…”, falou o biomédico. “Mas por que errou?”, questionou Paula. “Por causa que ela [Tina] deu pra trás”, respondeu o sergipano, se referindo ao fato de angolana querer mudar a decisão do grupo para o voto da casa poucas horas antes da formação de Paredão de domingo (5), o que poderia ter confundido os participantes no confessionário.
“Deu pra trás, botou o meu na reta. Se a Bruna não levanta a bunda, e não fala pros outros que eu não sabia, eu estaria fodido”, finalizou Ricardo.
