Responsável por ter vivido a Tomásia de A Escrava Isaura (2004), novela da Record TV que exibe o último capítulo nesta terça-feira (18), Mayara Magri falou sobre as gravações do folhetim, que foi dirigido por Herval Rossano, na época marido da atriz.
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“Quando ele foi chamado para uma reunião na Record, não sabia para qual novela. Aí acabou levando alguns projetos que havia dirigido, como Helena e Senhora, ambas de 1975, e Isaura (1976), que poderiam ser refeitos”, declarou a estrela ao colunista Flávio Ricco.
“Foi uma loucura! Contratado para dirigir Isaura, ele precisou criar todo um núcleo porque a Record ainda não tinha nada. Mas sabia o que estava fazendo. Era um talento muito grande. Tenho muito orgulho de assistir à novela e ver tudo o que ele fez, o que a gente fez, esse elenco maravilhoso”, elogiou a artista.
A famosa declarou estar surpresa com a repercussão do folhetim, mesmo se tratando de uma quarta reprise no canal do bispo, e enalteceu a ideia de sempre ir mudando quem foi o responsável pela morte de Leôncio (Leopoldo Pacheco). “Foi genial isso! Cada reprise vem um assassino diferente”, concluiu Magri.
